"O justo é como árvore plantada à beira de águas correntes, perto da Fonte. Porque está plantado assim, ele dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que faz prospera. Ele é teimosamente abençoado por Deus. A olhos vistos".

Divulgo, aqui no blog, algumas reflexões. Não são textos acabados e sempre estou aberto ao diálogo!

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Carta pastoral sobre el Camino Neocatecumenal en la diócesis de Niigata

«En este momento, yo no voy a utilizar al Camino como la forma de iniciación Cristiana y formación permanente en la fe en la diócesis de Niigata. Además, no tengo ninguna intención de utilizarles en nuestra diócesis en el próximo futuro.» «No estoy de acuerdo con utilizar métodos pre-establecidos o movimientos específicos para la formación de las comunidades parroquiales de la diócesis de Niigata»
(Infocatólica) Hay un grupo de fieles de la Diócesis de Niigata que viven su fe en el Camino: ante todo, quiero subrayar con énfasis que tenemos mucho que aprender de ellos, que son serios en su práctica de la fe.
A propósito, hay dos sacerdotes de la Diócesis de Takamatsu trtabajando en Niigata con nuestros sacerdotes diocesanos. Por lo que respecta a estos sacerdotes, fueron enviados a Niigata como sacerdotes "fidei donum" de acuerdo con un convenio entre los obispos de Takamatsu y Niigata y entiendo que ellos no deberían tener nada que ver con el Camino, puesto que tienen su destino en parroquias de la diócesis de Niigata.
De conformidad con la sección 2 del artículo 1 de losestatutos del Camino "El Camino Neocatecumenal está al servicio de los Obispos como una modalidad de realización diocesana de la iniciación cristiana y de la educación permanente de la fe". Más adelante, en la sección 1 del artículo 26, los estatutos establecen como responsabilidad del Obispo diocesano la de "autorizar la realización del Camino Neocatecumenal en la diócesis". Así pues, es mi deber como Obispo de Niigata decidir si utilizar el Camino como la forma "de iniciación cristiana y formación permanente en la fe" para mi diócesis, Niigata, o no.
En este momento, no voy a utilizar al Camino como la forma de iniciación Cristiana y formación permanente en la fe en la diócesis de Niigata. Además, no tengo ninguna intención de utilizarles en nuestra diócesis en el próximo futuro.
Ya en mi primera carta pastoral "Varietatis unitas" establecí mis prioridades principales para la formación parroquial como sigue: "no estoy de acuerdo con utilizar métodos pre-establecidos o movimientos específicos para la formación de las comunidades parroquiales de la diócesis de Niigata".
Siendo realistas con la actual situación de la diócesis, es un hecho claro que nuestras comunidades parroquiales son muy reducidas en número de fieles. Es mucho más conveniente para estas pequeñas comunidades estar unidas en una dirección y moverse juntas, mejor que dividirlas en otros grupos mucho menores. También, para la evangelización en esta situación local, como un grupo pequeño y minoritario, llevando una vida de testimonio de los valores evangélicos a través de nuestra presencia como comunidades unidas que rezan juntas y se asisten unos a otros, esta será la mejor manera de hacerlo.
Por la misma razón, no creo que las celebraciones litúrgicas, en especial los domingo y Semana Santa, celebradas por separado de las comunidades parroquiales, sean convenientes para nuestra diócesis. Por supuesto que, con permiso de los sacerdotes de la parroquia, se puede permitir a cualquier grupo organizar sus actos litúrgicos separados de las comunidades parroquiales sólo en ocasiones especiales como retiros o conferencias.
Mientras consideramos las posibilidades de evangelización y el futuro de nuestras comunidades parroquiales, no podemos evitar tener que afrontar cambios. Lo que querría transmitiros respecto a este asunto es que tenemos que repensarnos a nosotros mismos, nuestra manera de formar comunidades parroquiales. Tenemos que pensar una y otra vez esto, cómo deberíamos ser cambiados para mejor seguir la realidad del mundo moderno, cómo proclamar el evangelio y cómo vivir los valores del evangelio. A menos que cada uno de nosotros sea revitalizado por el espíritu del evangelio en nuestras vidas respectivas, no habrá métodos ni movimientos que puedan revitalizar nuestras parroquias respectivas.
Oremos para que el Espíritu Santo guíe a nuestra diócesis y a la Iglesia Católica en Japón.
(Infocatólica)

Continuam as manifestações dos bispos do Japão em relação ao Caminho Neocatecumenal. É bastante interessante a justificativa do bispo da diocese de Niigata bem como a sua atitude. Para os que estão ligados às realidades de carismas fundacionais é importante acompanhar este processo.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Papa aos Neo-Catecumanais: Missão universal, na comunhão eclesial


Cidade do Vaticano, 17 jan (SIR/RV) - O “original contributo” que o Caminho Neocatecumenal fornece à causa da nova evangelização e a importância de que este, em “profunda comunhão com os Pastores”, se insira sempre “na grande harmonia do Corpo eclesial” – foram aspectos sublinhados por Bento XVI, ao receber, nesta segunda-feira, milhares de neocatecumenais, liderados pelos fundadores, Kiko Arguello e Cármen Hernandez. O Papa recordou que desde há mais de quarenta anos que “o Caminho Neocatecumental contribui para reavivar e consolidar nas dioceses e nas paróquias a Iniciação cristã”. Um dom de Deus a favor da sua Igreja que deve ser colocado “ao serviço do Bispo como uma das modalidades de concretização diocesana da iniciação cristã e da educação permanente na fé”. Bento XVI congratulou-se com a aprovação definitiva, em 2008, do Estatuto do Caminho Neocatecumenal, assim como, recentemente, do “Diretório Catequético”, pressupostos para uma nova confirmação e envio da parte do Sucessor de Pedro. “O Senhor – disse - confirma hoje e confia-vos novamente este precioso instrumento que é o Caminho, de modo que possais, em filial obediência à Santa Sé e aos Pastores da Igreja, contribuir, com novo impulso e ardor, à redescoberta radical e feliz das riquezas do Batismo, oferecendo o vosso contributo original à causa da nova evangelização”. “A Igreja reconheceu no Caminho Neocatecumental um particular dom suscitado pelo Espírito Santo: como tal, ele tende naturalmente a inserir-se na grande harmonia do Corpo eclesial. Exorto-vos a procurar sempre uma profunda comunhão com os Pastores e com todas as componentes das Igrejas particulares e dos contextos eclesiais, bastante diversificados, em que sois chamados a atuar”. É a “comunhão fraterna entre os discípulos de Jesus” que constitui “o primeira e maior testemunho” – advertiu Bento XVI, que congratulou com o envio de mais de 200 novas famílias neocatecumenais que partem em missão em 46 países dos cinco continentes, com 13 novas “missões ad gentes” em diferentes países da Europa (Alemanha, Áustria, França, Hungria, Macedônia, Suécia, Ucrânia), e ainda na América Latina (Venezuela). Presentes também os Reitores dos Seminários “Redemptoris Mater” de todo o mundo, com uns dois mil seminaristas, e os padres já ordenados, aos quais o Santo Padre dirigiu uma exortação à fidelidade no exercício do ministério. O Papa concluiu confiando a Nossa Senhora o presente e o futuro do “Caminho”: “Que a Bem-Aventurada Virgem Maria, que inspirou o vosso Caminho e vos deu a família de Nazaré como modelo das vossas comunidades, vos conceda viver a vossa fé em humildade, simplicidade e louvor, interceda por todos vós e vos acompanhe na vossa missão”.

(Verbonet)

"Saluto con affetto i Presbiteri, provenienti dai Seminari diocesani "Redemptoris Mater" d’Europa, e gli oltre duemila Seminaristi qui presenti. Carissimi, voi siete un segno speciale ed eloquente dei frutti di bene che possono nascere dalla riscoperta della grazia del proprio Battesimo. A voi guardiamo con particolare speranza: siate sacerdoti innamorati di Cristo e della sua Chiesa, capaci di trasmettere al mondo la gioia di avere incontrato il Signore e di poter essere al suo servizio." - Papa Bento XVI

Fica claro com estas palavras a aprovação do Santo Padre no que diz respeito aos seminários "Redemptoris Mater" no mundo todo, um dos motivos de dificuldades surgidas no Japão (vide notícia aqui no blog).

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Bispos solicitam que o Caminho Neocatecumenal deixe o Japão por cinco anos

.- Os bispos do Japão solicitaram ao fundador do Caminho Neocatecumenal, o espanhol Kiko Argüello, que retire o seu movimento do país por cinco anos para refletir sobre sua atividade apostólica nesta nação que –segundo os prelados– em alguns casos colidiria com a cultura local.


O Arcebispo de Nagasaki, Dom Joseph Mitsuaki Takami, informou à agência ACIPrensa que se trata de um pedido temporário e não de uma saída sem retorno. "Logo depois desses cinco anos estaremos preparados para conversar estes assuntos com eles. Não queremos que vão embora e que nunca voltem. Não, não. Queremos que trabalhem de forma que nos agrade e para isso devem aprender japonês e particularmente a cultura japonesa", indicou.

Dom Takami conversou com o ACI Prensa no dia 16 de dezembro, logo depois da audiência privada que quatro bispos japoneses sustentaram no dia 13 de dezembro com o Papa Bento XVI no Vaticano no marco de sua visita ad limina.

Nesta reunião, revelou o Arcebispo Takami, o Papa expressou sua desconformidade com a idéia de que o Caminho Neocatecumenal, que serve no Japão há 30 anos, saia do país. Além disso, nem a Santa Sé nem este movimento se pronunciaram publicamente a respeito.

Embora não se conheça todos os detalhes da reunião entre o Papa e os bispos, o Arcebispo disse que "todos os prelados do Japão estão muito interessados nela" e acatarão o que finalmente disponha o Pontífice.

Dom Takami recordou que depois de uma série de conversações entre o Papa e os bispos japoneses foi fechado em março de 2009 o seminário Redemptoris Mater do Caminho Neocatecumenal de Takamatsu, na ilha de Shikoku, devido a problemas com a diocese local.

Depois do fechamento do seminário, os estudantes foram enviados ao Redemptoris Mater de Roma, também do Caminho. Como reitor do mesmo foi nomeado o Bispo Emérito de Oita (Japão), Dom Takaaki Hirayama.

Em declarações à ACI Prensa, o vice-reitor do seminário romano, Pe. Angel Luis Romero, explicou que não consideram prudente dar alguma declaração sobre este tema no momento, já que esperam um pronunciamento oficial de seu fundador, Kiko Argüello, no futuro próximo.

Logo depois do ocorrido em Takamatsu, o Vaticano nomeou um vigário para que tratasse com os bispos o tema da presença do Caminho Neocatecumenal no Japão e expressou sua confiança em que o seminário "siga contribuindo à evangelização do país da maneira mais apropriada para obter este objetivo".

Dom Takami explicou que um dos problemas entre sua diocese e o Caminho está na obediência dos sacerdotes pertencentes a este movimento. "Dizem que querem ser obedientes ao bispo na diocese em que trabalham, mas não o fazem, não completamente. Não é suficiente ou não o fazem de maneira adequada", lamentou.

Do mesmo modo, explicou que os problemas se estendem à liturgia, pois embora usam o japonês vernacular em suas orações, não traduzem os cantos. "Usam tudo o que têm de acordo à espiritualidade de Kiko (o fundador), que é muito, mas muito diferente da nossa cultura e nossa mentalidade", acrescenta.

Dom Takami lamentou que alguns membros do Caminho Neocatecumenal promovam suas celebrações litúrgicas como superiores à maneira "imperfeita" em que os sacerdotes diocesanos celebram a Missa, o que gera ainda mais divisão.

Para o Arcebispo também é complicada a relação financeira com o Caminho Neocatecumenal, que mantém sua economia à margem das paróquias, o que faz mais difícil prestar informação ao governo e debilita as mesmas paróquias.

Dom Takami enfatizou que os bispos estão unidos no desejo de obedecer o Papa no que diz respeito ao futuro do Caminho no Japão.

http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20864


Esta notícia, retirada do site acidigital, me pareceu bastante complexa de entender. O Caminho Neocatecumenal possui aprovação pontífica desde 2005 se não me falha a memória. Compreendo a recusa de um bispo, em sua diocese, não permitir a presença de um carisma, uma congregação, um Movimento, uma Comunidade, uma Pastoral, etc. Mas aqui se fala de uma Conferência inteira! Um país inteiro! Onde o Caminho já trabalha há 30 anos, inclusive com um seminário.

Se essa moda pega...