"O justo é como árvore plantada à beira de águas correntes, perto da Fonte. Porque está plantado assim, ele dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que faz prospera. Ele é teimosamente abençoado por Deus. A olhos vistos".

Divulgo, aqui no blog, algumas reflexões. Não são textos acabados e sempre estou aberto ao diálogo!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Filipinas: Bispos, Campanha de "desobediência civil" para parar a lei pró-aborto

Manila, 06 fev (SIR) – Os Bispos filipinos anunciaram uma campanha de "desobediência civil" contra a possível aprovação da lei sobre de saúde reprodutiva. Anteontem, dom Arturo Bastes, bispo de Sorgoson, disse: "Estamos dispostos a ir para a cadeia junto com os nossos sacerdotes, para protestar contra esta ação imoral". “Os bispos esclarecem - disse - que a campanha não pretende derrubar o governo, mas é apenas um movimento para forçar a rejeição do projeto e vai acontecer de forma pacífica”. Em uma carta pastoral, dom Nereo Odchimar presidente da Conferência Episcopal das Filipinas, conclamou o povo para se opor à lei e agir contra a sua tramitação. O prelado sublinhou, no entanto, que a organização de manifestações e outras formas de protesto será uma livre escolha de cada crente. Segundo fontes da agência AsiaNews, os bispos estão unidos em sua oposição, mas há muita incerteza entre os leigos católicos. Em fevereiro, a medida será submetida à Câmara dos Deputados para aprovação final. A fim de não ferir os sentimentos dos católicos, não será mais chamado "direito à saúde reprodutiva", mas lei "para uma paternidade responsável." No entanto, permanecerá em vigor o dispositivo que permite o uso de contraceptivos considerados abortivos, a divulgação da lei nas escolas e a proibição de objeção de consciência para os médicos. Isso apesar dos esforços da Igreja e, mais recentemente, o Presidente Benino Aquino, que anunciou uma revisão dos pontos mais controversos da lei. Enquanto isso, a associação pró-vida Human Life International (HLI), vai organizar uma manifestação nos próximos dias para pedir ao presidente Aquino para resistir à pressão de organizações internacionais que patrocinam o controle de natalidade para a redução da pobreza. De acordo com Rene Bullecer, diretor de Hli, o presidente tem sido pressionado por organismos internacionais, como a United States Agency for International Development (USAID) e a Organização das Nações Unidas para a População (FNUAP). Eles teriam doado ao governo mais de 900 milhões de US$ para forçar Aquino a dar um passo atrás.

(Verbonet)

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